Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a semana passada registrou que as importações foram maiores que a exportações, resultando num déficit de 724 milhões de dólares na balança comercial. O resultado está atrelado a queda de exportações assim como o aumento de compras do exterior.
Em comparação ao mês de outubro, o resultado da balança comercial fez com que o mês se tornasse "vermelho" uma vez que até a segunda semana de outubro, o registrado era um superavit. Já em comparação ao ano, até o dia 19 de outubro o déficit calculado era de 1,27 bilhão de dolares. Com isso, houve piora frente ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um resultado negativo de 757 milhões de dólares.
Em 2013 , o saldo final foi um superávit de 2,56 bilhões de dólares, o pior resultado desde 2000. A situação é ainda mais critica esse ano , já que a expectativa é de um superávit de apenas 2,4 bilhões de dólares. O baixo superávit de 2013 foi conseqüência da manutenção nas plataformas de petróleo no Brasil , que resultou na queda de produção.
fonte: G1.globo.com
Att, Tiago Macedo
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
18 TEORIA DAS VANTAGENS COMPARATIVAS NO MERCADO INTERNACIONAL
Escrito por Leonardo Gonçalves Antunes
Teoria demonstrada na obra de David Ricardo, The Principles of Political Economy and Taxation (1831), que questionava as vantagens absolutas, pensamento de Adam Smith, e idolatrava as vantagens comparativas nas análises de comercio internacional.
Nas elaborações de Ricardo, é usado como exemplo a Inglaterra e Portugal para enfatizar as falhas na teoria de smithiana em relações aos preços.
EX: Portugal, pode produzir vinho e tecidos com menos trabalho do que na Inglaterra.
A produtividade relativa de Portugal e Inglaterra pode ser medida através da relação do quanto de trabalho é necessário empregar para cada unidade produzida do bem, onde esta relação representa os denominados coeficientes técnicos de trabalho. Analisando a relação de Portugal e Inglaterra, e vendo que o primeiro produz ambos os bens com menos trabalho do que a Inglaterra pode-se afirmar que este último possui as chamadas vantagens absolutas, estas vantagens refletem a produção em unidades absolutas, não medindo, portanto o custo relativo da produção, o qual é comparado com o salário de cada país. Agora é possível demonstrar a relação entre os coeficientes técnicos de trabalho e das vantagens absolutas. Os coeficientes técnicos de trabalho são dados pelo inverso da produtividade apresentada. Ao passo que Portugal, por ter uma produtividade relativa menor, apresentaria um coeficiente técnico de trabalho maior, isso mostra que um país que possui vantagens absolutas num bem apresentará um coeficiente técnico de trabalho menor em comparação ao outro país, que não possui tal vantagem. Agora é possível avaliar quanto irá ser produzido dos bens em cada país. As quantidades destes bens, são determinadas através da relação entre o trabalho empregado em cada um dos bens, que em conjunto representam o trabalho total da economia, e da demanda das firmas pela tecnologia, a qual é dada pelo coeficiente técnico de trabalho. Assim o conjunto das combinações de quantidades produzidas representa uma mistura de produtos, o qual compõe a denominada Fronteira de Possibilidades de Produção. As quantidades produzidas apresentam uma relação negativa com tal fronteira, devido à escassez de trabalho. Podemos interpretar esta escassez a partir da situação em que, os produtores só conseguem atrair mais trabalho pagando salário melhor, tal fenômeno motivaria os trabalhadores a abandonarem um setor e irem para outro, sendo que o custo de se produzir mais de um bem representa abandonar parte da produção de outro bem, isto é chamado de custo-oportunidade. Assim um país possuirá uma inclinação mais achatada na FPP conforme seu custo-oportunidade for menor, no caso entre Inglaterra e Portugal, o primeiro apresentará uma FPP mais chata quanto estiver relacionada a vinho, evidenciando um menor custo de produção deste bem neste país quando comparado a Portugal.
Fonte : http://www.ie.ufrj.br/hpp/intranet/pdfs/texto_no._3_resenha_comercio_internacional.pdf
Postado originalmente em: http://economia101.wix.com/economia101
10 MERCADO A CURTO E LONGO PRAZO: PREÇO DE MERCADO E PREÇO NATURAL
Segundo a teoria de David Ricardo, todos tem uma tendência a ter um lucro uniforme. Todo capitalista tenta à curto prazo ter o monopólio do mercado para conseguir um lucro extraordinário, utilizando o preço de mercado, o problema é que surgirão concorrentes, e para os concorrentes entrar no mercado, o preço precisa ser menor na venda do mesmo produto. Assim, ambos acabarão por baixar seu preço por causa da livre concorrência, criando então um preço natural, que gerará um lucro uniforme à longo prazo. Simplificando:
*Novo produto > monopólio > preço de mercado > lucro extraordinário > mesmo produto no mercado > concorrência > preço natural (menor que o preço de mercado) > lucro uniforme à longo prazo
- Preço de mercado: verdadeiro preço da mercadoria, determinado pelas forças de oferta e procura.
- Preço natural: preço da venda equivale apenas ao suficiente para dar lucro.
Postado por Giorgio Hanna
Leia mais: http://proeconomia.webnode.com/news/mercado-a-curto-e-longo-prazo%3a-pre%c3%a7o-de-mercado-e-pre%c3%a7o-natural/
Originalmente postado em: http://proeconomia.webnode.com/
25 TENDÊNCIAS ENDÓGENAS AO DESENVOLVIMENTO DAS FORÇAS PRODUTIVAS DO CAPITALISMO
Tendo como base os 3 volumes do livro de karl Marx "O capital", iremos falar um pouco do que seria as tendecias internas ao se desenvolver a produção no capitalismo.
Podemos dividir este desenvolvimento em 3 fases, a parte jovem, a madura e a senil, devemos notar então que ao passar do tempo o capitalismo vai se desenvolvendo, porem Marx Alerta que seu proprio desenvolvimento endógeno o leva para o colapso de seu sistema.
Esta presente na fase juvenil do capitalismo a expansão colinial, o capitalismo industrial e as crises juvenis de superprodução, genrando a acensão e consolidação do estado burgues.
Entramos na segunda etapa com o capitalismo maduro, surge os seguintes pontos, rupturas periféricas, o capitalimos industrial financeiro e uma segunda crise de superprodução. O sistema resistira a essa crise, porem alguns males a sociedade, dando inicio a terceira fase do desenvolvimento do sistema.
No capitalismo senil teremos as recolonizações perifericas, o capitalismo financiarizado (com uma hipertrofica financeira), gerando a ultima crise de superprodução do capitalismo e com isso o colapso do sistema capitalista.
Fontes: http://resistir.info/crise/beinstein_04nov08_p.html
http://crisesdocapitalismosegundokarlmarx.blogspot.com.br/
Escrito por: Nicollas Matteus Gomes
Leia mais: http://proeconomia.webnode.com/news/a25-tend%c3%aancia-endogena-ao-desenvolvimento-das-for%c3%a7as-produtivas-no-capitalismo-/
Originalmente publicado em: proeconomia.webnode.com
Podemos dividir este desenvolvimento em 3 fases, a parte jovem, a madura e a senil, devemos notar então que ao passar do tempo o capitalismo vai se desenvolvendo, porem Marx Alerta que seu proprio desenvolvimento endógeno o leva para o colapso de seu sistema.
Esta presente na fase juvenil do capitalismo a expansão colinial, o capitalismo industrial e as crises juvenis de superprodução, genrando a acensão e consolidação do estado burgues.
Entramos na segunda etapa com o capitalismo maduro, surge os seguintes pontos, rupturas periféricas, o capitalimos industrial financeiro e uma segunda crise de superprodução. O sistema resistira a essa crise, porem alguns males a sociedade, dando inicio a terceira fase do desenvolvimento do sistema.
No capitalismo senil teremos as recolonizações perifericas, o capitalismo financiarizado (com uma hipertrofica financeira), gerando a ultima crise de superprodução do capitalismo e com isso o colapso do sistema capitalista.
Fontes: http://resistir.info/crise/beinstein_04nov08_p.html
http://crisesdocapitalismosegundokarlmarx.blogspot.com.br/
Escrito por: Nicollas Matteus Gomes
Leia mais: http://proeconomia.webnode.com/news/a25-tend%c3%aancia-endogena-ao-desenvolvimento-das-for%c3%a7as-produtivas-no-capitalismo-/
Originalmente publicado em: proeconomia.webnode.com
8 NOÇÕES DE RIQUEZA DE UMA ECONOMIA NACIONAL NA ECONOMIA POLÍTICA DE ADAM SMITH
Escrito por Elton Dias Bonmann
Adam Smith deixa claro que a riqueza de uma economia nacional está em função do acumulo de capital. Em meio ao contexto político, econômico e social de sua época ele questiona a maneira de se fazer política econômica. Em sua obra: “Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações” trabalha empiricamente na justificativa dos melhores fatores como causas da riqueza das nações. É nesse sentido que Smith fala do acumulo de capital como o fator que aumenta a riqueza das nações. Assim deriva que o acumulo de capital vem da riqueza gerada pelo trabalho na produção de mercadorias. Ele fala como deve ser feita a organização social desse trabalho gerador do acumulo de capital e como deve ser tratada a relação da produção com o mercado. Através do preço natural - que é o preço de estabilidade de um produto- ele mostra que esse preço é subdividido em renda da terra, salário e lucro. O salário, e a renda da terra com um sentido estrito de consumo e já o lucro, ou o acumulo de capital, é o fator decisivo que expande o mercado, aumenta os empregos e aumenta a divisão social do trabalho, logo aumentando a riqueza das nações. Por fim, em relação ao modo de produção ele dá ênfase na divisão social do trabalho tendo como exemplo clássico o modo de produção da fábrica de alfinetes, pois esse modo gera uma especialização da produção e uma vantagem comparada de produtos em relação às outras nações - uma conquista de mercado. Já em relação ao mercado, da ênfase a não intervenção política governamental sobre eles, uma vez que o mercado auto regula-se - a mão invisível – ou seja, a produção naturalmente se adapta ao mercado.
Originalmente publicado em: economia101.wix.com/economia101
2 PLURALIDADE CIÊNCIA ECONÔMICA
A palavra economia deriva do latim oeconomìa: disposição, ordem, arranjo. A Economia ou Ciência econômica, é uma ciência que consiste no estudo e análise dos processos de produção, distribuição, comercialização e consumo de bens e serviços. Os economistas estudam a forma dos indivíduos, os diferentes coletivos, as empresas e os governos alcançarem seus objetivos no campo econômico. ¹
Questões econômicas tem preocupado muitos intelectuais ao longo dos séculos. Na antiga Grécia, Aristóteles e Platão dissertaram sobre os problemas relativos à riqueza, à propriedade e ao comercio. Durante a idade média, predominaram as ideias da Igreja católica, onde o comercio e o acumulo de riquezas era condenado pela igreja. ²
- Com a publicação da obra Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, 1776, do filósofo e economista escocês Adam Smith, a economia passou a ser estudada como uma Ciência Social, que estuda o funcionamento da Economia Capitalista, sob o pressuposto do comportamento racional do homem econômico, ou seja, da busca da alocação eficiente dos recursos escassos entre inúmeros fins alternativos, surge então a teoria do liberalismo, apontando como as nações iriam prosperar. Para Smith, o elemento de geração de riqueza está no potencial de trabalho, trabalho livre sem ter, logicamente, o estado como regulador e interventor.
A corrente liberal defendia os vários pressupostos que compunham a nova realidade oferecida pelo capitalismo pós revolução industrial. Aprovavam o direito a propriedade privada, amplas liberdades no desenvolvimento das atividades comerciais e a igualdade dos indivíduos mediante a lei. Elogiavam a prosperidade do homem de negócios ao verem que sua riqueza beneficiava a sociedade como um todo. Dessa forma, acreditavam que a riqueza seria um benesse acessível a todos que trabalhassem.
Com relação à miséria e as desigualdades, a doutrina liberal acredita que a pobreza do homem tem origem em seu fracasso pessoal. Para que pudesse superar a situação de penúria, o pobre deveria ter uma postura colaborativa com seus patrões tendo o cuidado em preservar o seus bens e dar o máximo de sua força de trabalho na produção de mais riquezas.³
- David Ricardo (1772-1823), homem de negócios de sucesso, é outro importante pensador econômico. A sua principal obra chama-se “Princípios da Economia Politica e da Tributação”, foi inscrita em 1817.
Ricardo focou a sua atenção na tendência para a baixa dos lucros que ameaçaria a economia inglesa. Essa tendencial poderia ser neutralizada com o desenvolvimento do comercio externo. É muito conhecida a sua teoria das vantagens comparativas no comercio internacional, em que comparava as vantagens de Portugal e da Inglaterra no comercio entre si.
De acordo com os estudos de Ricardo, Portugal retiraria vantagens no comercio com a Inglaterra se especializasse na produção e exportação de vinhos, enquanto a Inglaterra deveria especializar-se na produção e exportação de trigo.
- Alfred Marshall (1842-1924), matemático que se tornou economista, neoclássico da escola de Cambridge, é outro importante pensador da historia econômica. A sua obra principal chama-se “Principios de Economia”, e foi escrita em 1890.
Alfred Marshall é considerado o percursor da Economia do Bem-Estar, já que o seu objetivo explicito na analise econômica era encontrar solução para os problemas sociais.
Para Marshall, a Economia Política estuda a atividade individual e social para se atingir o bem-estar. Para ele o processo económico visa atender às aspirações humanas e à satisfação das suas necessidades materiais. Marshall tem a preocupação de mostrar como o funcionamento dos mercados pode garantir a boa utilização dos recursos disponíveis.
- Karl Marx (1818-1883). Marx foi um filosofo, cientista politico e socialista revolucionário, sua principal obra chama-se “O Capital“. Na teoria que elabora, prevê a evolução do sistema socioeconômico e a substituição do capitalismo por um outro sistema social, o socialismo, que por sua vez dará lugar a outro, chamado comunismo. Juntamente com seu amigo Friedrich Engels, escrevem o Manifesto Comunista, dando origem ao Marxismo.
O marxismo se baseia no materialismo e o socialismo cientifico, constituindo ao mesmo tempo uma teoria geral e o programa dos movimentos operários. No centro da teoria marxista encontra-se o trabalho que, para ele, seria a expressão da vida humana, por meio da qual é alterada a relação do homem com a natureza. Através do trabalho o homem transforma a si mesmo.
- John Maynard Keynes é outro importante pensador econômico da historia. A sua principal obra chama-se “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” e foi escrita em 1936. Este livro foi, sem duvida alguma, o que mais influencia exerceu na vida das sociedades industrializadas após a segunda guerra mundial.
A obra de Keynes foi a resposta a crise em que mergulhou a Economia Politica de então, dominada pelas correntes marginalistas, incapaz de explicar a grande depressão que assolou o mundo ocidental na década de 1930.
De acordo com Keynes, o Estado pode ter um papel muito importante no evitar das crises econômicas se aumentar as despesas publicas, impedindo assim a quebra da procura agregada no momento em que se contrai, motivada pelas expectativas desfavoráveis dos agentes privados. ⁴
Pluralidade de Pensamento
Há um pensamento equivocado de que um dos autores deveria prevalece sobre os outros, como se maneira científica de pensar tivesse que ser necessariamente única, como se a pluralidade no pensamento de uma ciência fosse um erro, uma etapa pré-científica. A PLURALIDADE de pensamento nas ciências sociais com a sua diversidade de pensadores é a sua maior riqueza e a sua melhor demonstração de liberdade intelectual.
Nenhum dos outros autores pode ser considerado errado. Suas bases são diferentes, mas não negam umas as outras. Elas apontam para diferentes caminhos, que demonstram como diferentes maneiras de ver a realidade… ⁵
Há um pensamento equivocado de que um dos autores deveria prevalece sobre os outros, como se maneira científica de pensar tivesse que ser necessariamente única, como se a pluralidade no pensamento de uma ciência fosse um erro, uma etapa pré-científica. A PLURALIDADE de pensamento nas ciências sociais com a sua diversidade de pensadores é a sua maior riqueza e a sua melhor demonstração de liberdade intelectual.
Nenhum dos outros autores pode ser considerado errado. Suas bases são diferentes, mas não negam umas as outras. Elas apontam para diferentes caminhos, que demonstram como diferentes maneiras de ver a realidade… ⁵
Vinicius M.C.
Fontes:
¹ – Wikipedia, 10/10/2014, http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia
¹ – Wikipedia, 10/10/2014, http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia
Originalmente publicado em http://giromonetario.wordpress.com/.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
26 TENDÊNCIA A QUEDA DA TAXA DE LUCRO
A lei de tendência a queda da taxa de lucro é tida por Marx e seus seguidores como a principal lei econômica tendencial do movimento do capital.
Conceito de tendência: operação de forças subjacentes ao processo econômico real que se impõe de forma persistente e dominante.Marx sempre assinala, na configuração de uma tendência que opera como lei, a contraposição de forças opostas à dominantes as quais atuam no mesmo plano de abstração e são oriundas do mesmo processo que constitui a tendência. A tendência é assim um processo contraditório, mas não é indeterminado em seu movimento essencial. Nessa configuração de forças, uma se constitui em “polo” ou momento dominante e as demais em momentos dominados.
Conceitos fundamentais:
- Seja “C” o valor da maquinaria , matérias-primas e etc (medidos em número de horas de trabalho socialmente necessárias para a sua produção).
- Seja “V” o valor da força de trabalho, calculado em termos do número de horas de trabalho socialmente necessárias para a reprodução da força de trabalho.
- Seja s o excesso de valor que a força de trabalho produz, ou seja, a mais-valia.
- Temos: Valor = C+ V + S
Seja (c/v) a assim chamada composição orgânica do capital.
Seja (s/v) a taxa de mais-valia.
Seja (s/v+c) a taxa de lucro.
Temos que:
s/(v+c) = (s/v)/[(c/v)+(v/v)]=(s/v)/[1+(c/v)].
Se a taxa de mais-valia permanecer constante, a elevação da composição orgânica do capital provocará uma queda da taxa de lucro.†
O desenvolvimento das forças produtivas no capitalismo gera uma elevação persistente da composição orgânica do capital (mecanização dos processos produtivos), a qual não é acompanhada por um aumento na mesma proporção na taxa de mais-valia.O progresso técnico é necessariamente “poupador de trabalho” de forma que haverá uma gradual substituição de trabalho por capital, gerando assim um aumento da composição orgânica do capital.No longo-prazo, a taxa de lucro tende a zero.
Haveria, por certo, algumas “influências antagônicas” (como, por exemplo, a elevação na “intensidade de espoliação” e as quedas no valor dos elementos constitutivos do capital constante) que retardariam a redução da taxa de lucro, embora seus efeitos não fossem suficientes para contrabalançar o efeito da elevação da composição orgânica do capital.
Fonte: http://joseluisoreiro.com.br/site/link/439da44cd5a0196d228ac3cda2b094c5565ee5be.pdf
Publicado por: Leonardo Fagundez
Postagem original do blog: http://economidiaufsc.blogspot.com.br/
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